Tocam a campainha. Abro a porta e me deparo com aquela visão em forma de gato: Lola, uma bolinha miuda, de vesguinho olhar azul e uma coloração na cara que faz com que pareça estar permanentemente de cenho franzido, meio braba. Foi o João que fez a surpresa (sempre sonhei que deixassem um bichinho na minha porta). A gatinha estava morando numa chácara, incumbida de acabar com os ratos do local, o que, cá pra nós, não combina nada com ela. Foi impossível não acolhê-la. Carinhosa, ronrona altíssimo e se aninha na gente desmanchando-se em dengos. Mas quando dá de correr pela casa e implicar com as outras, niguém segura Lola, um furacão felino na minha vida!quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
lola, a louca
Tocam a campainha. Abro a porta e me deparo com aquela visão em forma de gato: Lola, uma bolinha miuda, de vesguinho olhar azul e uma coloração na cara que faz com que pareça estar permanentemente de cenho franzido, meio braba. Foi o João que fez a surpresa (sempre sonhei que deixassem um bichinho na minha porta). A gatinha estava morando numa chácara, incumbida de acabar com os ratos do local, o que, cá pra nós, não combina nada com ela. Foi impossível não acolhê-la. Carinhosa, ronrona altíssimo e se aninha na gente desmanchando-se em dengos. Mas quando dá de correr pela casa e implicar com as outras, niguém segura Lola, um furacão felino na minha vida!
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